Pular para o conteúdo principal

Cedro Clínica

Doenças cardíacas e tratamento odontológico: quais cuidados são necessários?

Ter uma doença cardíaca não significa que você não possa fazer tratamento odontológico.

Mas significa que o dentista precisa conhecer sua condição.

Por que isso importa?

Doenças cardiovasculares, medicamentos, pressão arterial, anticoagulantes e histórico de procedimentos cardíacos podem interferir no planejamento odontológico.

Por exemplo, pacientes que utilizam anticoagulantes ou antiagregantes precisam de uma avaliação cuidadosa antes de procedimentos invasivos.

O que o dentista deve saber?

Informe:

  • diagnóstico cardíaco;
  • medicamentos utilizados;
  • histórico de infarto;
  • presença de arritmias;
  • cirurgias cardíacas;
  • presença de próteses ou dispositivos;
  • uso de anticoagulantes;
  • acompanhamento cardiológico.

Por que a saúde periodontal também importa?

Doenças periodontais estão associadas a condições sistêmicas, embora associação não signifique necessariamente causalidade.

A American Academy of Periodontology destaca que estudos encontram relação entre doença periodontal e algumas doenças sistêmicas, incluindo doenças cardiovasculares.

Isso reforça a importância de não enxergar a boca como uma estrutura isolada.

O atendimento precisa ser personalizado

O paciente cardiopata não deve ser simplesmente classificado como “pode” ou “não pode” fazer tratamento odontológico.

É necessário avaliar qual doença, qual medicamento, qual procedimento e qual condição clínica.

Essa é a filosofia da CEDRO: odontologia além da boca.

Textos Relacionados

Você também pode gostar

Sem categoria

Quem toma anticoagulante pode arrancar o dente?

Essa é uma dúvida extremamente importante para pacientes que utilizam medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes. A primeira orientação é: Nunca suspenda o anticoagulante por conta própria para realizar um procedimento

Saiba Mais »