“Implante dentário dói?”

Essa provavelmente é uma das primeiras perguntas de quem precisa substituir um dente perdido.
Durante o procedimento, o paciente recebe anestesia local e o objetivo é que a cirurgia seja realizada com conforto.
Após o procedimento, pode existir dor, inchaço ou desconforto, que variam conforme o caso e o tipo de cirurgia.
O que influencia o pós-operatório?
Entre os fatores estão:
- complexidade do procedimento;
- número de implantes;
- necessidade de enxerto;
- condições de saúde;
- resposta individual;
- cuidados pós-operatórios.
E se eu tiver doença periodontal?
Esse é um ponto fundamental.
Antes de pensar apenas no implante, é necessário avaliar a saúde periodontal.
A presença de doença periodontal ativa pode comprometer o planejamento e a manutenção do tratamento.
Quem tem diabetes, pressão alta ou outros problemas de saúde pode colocar implante?
Claro que sim! Mas o planejamento deve considerar o controle metabólico e as condições clínicas do paciente.
A CEDRO trabalha com protocolos adaptados para pacientes com condições crônicas, considerando que o tratamento odontológico deve ser planejado de acordo com a saúde geral.
O melhor implante não é simplesmente o que substitui um dente. É aquele que faz parte de um planejamento completo de saúde bucal.





